WhatsApp ganha espaço como plataforma de compras para os brasileiros

No mundo digital, a experiência de compra ganha novas possibilidades. A regra é assertiva: quanto mais fluido para o consumidor, melhor. No reino da praticidade, o WhatsApp está ganhando destaque como ferramenta de consumo. É o que aponta o estudo da Kantar referente ao segundo trimestre de 2021, o Consumer Insights.

O recurso de carrinho de compras ficou disponível no app oficialmente em dezembro de 2020 e está se mostrando um bom aliado do e-commerce. A pesquisa mostra que a popularidade do app para compras é mais forte entre consumidores da classe C: 47% do volume movimentado na plataforma vem desses consumidores.

A penetração do WhatsApp passou a ganhar destaque no terceiro trimestre de 2020 (momento auge) e segue relevante no cenário atual. E essa preferência não fica apenas entre os jovens. No estudo, 33% das pessoas que o usaram o app em suas jornadas de compra têm mais de 50 anos.

Para a Kantar, o cenário de pandemia e isolamento social tem influência direta nessa movimentação, já que a compra online se tornou uma opção prática e segura. Não à toa, o WhatsApp se destacou diante de outros meios de comércio eletrônico em compras urgentes e não planejadas. As categorias mais procuradas por meio dela foram água mineral, refrigerantes, sabonetes, biscoitos e massa tradicional.

Economia

Os dados mostram que os preços têm influenciado diretamente a decisão dos consumidores. A busca por promoções e preços competitivos é alta, além da procura por marcas mais baratas. Nesse cenário, o Pequeno Varejo de Autosserviço está em destaque no trimestre, com 25% de importância.

Outra mudança apresentada é com relação as compras de abastecimento, que apresentam queda entre os brasileiros. A pesquisadora aponta como influência o cenário de pressão inflacionária, associado à deterioração da renda, aumento do endividamento das famílias e à persistência de patamares elevados de desemprego. Dessa forma, a preferência atual é de compras menores com tíquetes intermediários e diminuição do número de categorias no carrinho de compra.

Fonte: Consumidor Moderno

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