Vendas do comércio em Minas avançam 1,1%

A Black Friday perdeu força no ano passado. Prova disso é que as vendas do comércio varejista em Minas Gerais aumentaram apenas 1,1% em novembro, em comparação com o mês anterior. Quando comparadas às de novembro de 2020, as vendas no ano passado tiveram uma redução de 2,1%, segundo a Pesquisa Mensal do Comércio, divulgada na sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

As vendas no comércio mineiro tiveram, durante o ano, um acumulado de 3,6%, maior que a média nacional de 1,9%,  mas bem abaixo dos resultados no Piauí, onde o comércio vendeu 11,7% a mais nos últimos 12 meses.

Números

A Pesquisa Mensal do Comércio registra, na passagem de outubro para novembro de 2021, na série com ajuste sazonal, que o volume de vendas do comércio varejista em Minas Gerais apresentou avanço de 1,1%.

A taxa média nacional de vendas do varejo avançou 0,6% com predomínio de resultados negativos em 14 das 27 unidades da Federação, com destaque para: Paraíba (-3,1%), Piauí (-3,0%) e Bahia (- 2,8%). Por outro lado, no campo positivo, figuram 13 das 27 Unidades da Federação, com destaque para: Roraima (3,7%), Rio de Janeiro (2,8%) e Distrito Federal (2,7%).

Na comparação com o mesmo período do ano anterior, a variação das vendas do comércio varejista em Minas Gerais foi de -2,1%, enquanto a média nacional foi de -4,2%. Houve predomínio de resultados negativos em 23 das 27 unidades da Federação, com destaque para: Sergipe (-14,9%), Bahia (-13,8%) e Maranhão (-11,7%). Por outro lado, pressionando positivamente, figuram: Espírito Santo (3,3%), Roraima (3,1%) e Rio Grande do Sul (2,4%).

Acumulado

Minas Gerais apresentou incremento de 3,6% no acumulado do ano. Observa-se que o indicador do comércio varejista nacional foi de 1,9%, sendo que 16 das 27 unidades de Federação apresentam indicadores positivos, com destaque para Piauí (12,0%), Amapá (10,9%) e Pará (8,5%).

Em Minas, apenas 3 das 11 atividades investigadas apresentaram avanço na comparação com o mesmo mês do ano anterior, para o comércio varejista, Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (20,3%),

Móveis (9,6%) e Outros artigos de uso pessoal e doméstico (3,6%).

Por outro lado, o setor de Eletrodomésticos (-42,2%), Combustíveis e Lubrificantes (-13,5%) e Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (-13,4%) apresentaram os maiores recuos.

Já no comércio varejista ampliado, o setor de Veículos, motocicletas, partes e peças apresentou avanço de 4,5% e o setor de Material de construção apresentou recuo de 5,7%.

Fonte: Diário do Comércio

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