Inovar no seu negócio vai além de juntar o físico com o digital

 
Muito foi aprendido na edição 2019 da NRF, em Nova York. O principal insight sobre o futuro do varejo é um só: dados. Reinventar seu negócio vai muito além de apenas juntar o físico e o digital. Inovação no varejo é conseguir fazer o bom uso da lógica dos dados.
Claro, para chegar aos dados, é preciso entrar primeiro no mundo digital, afinal, é ele o grande detentor de toda a informação. Mas é preciso ir além. É preciso saber o que fazer com estes dados, como interpretá-los, estruturá-los, coletá-los e utilizá-los para realmente apoiar as decisões de negócio, fazendo assim, escolha melhores.
Adotar tal estratégia é adotar uma nova forma gestão. É abandonar o achismo, a carta da experiência prévia, da tradição que sempre deu suporte para o conservadorismo.  Não evoluir, tem significado cada vez mais a extinção de vários negócios. Essa disrupção não acontece de uma vez. A maioria dos empresários percebe o incomodo de não conseguir se atualizar. Porém, não agem para mudar o destino até que seu negócio seja varrido do mercado.
Porém, este trabalho de evitar o fim depende de uma liderança humilde, capaz de ceder o poder aos dados. Algo que os varejistas tradicionais relutam em fazer. Os dados poderão dizer qual é o consumidor que está no centro, como acompanhar cada etapa de sua jornada, como a loja deve ser, onde deve ser, que merchandising deve ter, como se comunicar, que horas deve estar aberta, se deve ser loja ou simplesmente um show room, quem deve ser contratado para qual função, se as margens são saudáveis, se o negócio deve ser mais on-line, mais off line, mais all line, ou simultâneo.
E como captar esses dados para saber quem entra e quem compra e não quantos entram na loja e qual a média de conversão? É aí que cada empresa precisa definir sua agenda, clarificar a proposta de valor, para então procurar a base tecnológica mais adequada para atender à agenda.
Sem dados, quando a disrupção atingir a sua empresa ela será atropelada e não saberá reagir na velocidade necessária. Vide o que aconteceu a profissão de taxista com a chegada do Uber.
Para não se tornar mais um dentre os esquecidos, sua tarefa urgente é conscientizar a empresa de que os dados devem orientar a decisão e que somente assim será possível trazer o cliente para o centro do negócio e desenvolver capacidades e habilidades para inovar e reinventar o negócio.
Fonte: Portal Novarejo
 

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